11
Dez 08

Desvio dos teus ombros o lençol
que é feito de ternura amarrotada,
da frescura que vem depois do Sol,
quando depois do Sol não vem mais nada…

Olho a roupa no chão: que tempestade!
há restos de ternura pelo meio,
como vultos perdidos na cidade
em que uma tempestade sobreveio…

Começas a vestir-te, lentamente,
e é ternura também que vou vestindo,
para enfrentar lá fora aquela gente
que da nossa ternura anda sorrindo…

Mas ninguém sonha a pressa com que nós
a despimos assim que estamos sós!

Ternura, David Mourão Ferreira

publicado por LemonTea às 16:30

9 pinceladas:
E pronto, cá está a «gémea» - isto é mais um caso de ubiquidade ! rsrsrsrs

Espero que vivam em paz na nova casa! E que venham muitas postagens daquelas que fazem crescer água na boca.

Razão tinha eu na minha velha querela com o Google por causa de não aceitar a minha URL Weblog - mas, como de costume, expliquei-me mal e as pessoas não entenderam o que se passava.

Mas «deixem pra lá» e siga a festa.
Beijos e tudo de bom e tranquilo.
Pilantra a 11 de Dezembro de 2008 às 20:11

Oi Pilantra!

Bem vinda sejas, também! ;)

Tinhas razão, sim!...

Não nos falte (a tod@s) boa disposição e um sorriso! :)
LemonTea a 13 de Dezembro de 2008 às 12:19

Dezembro 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
12
13

14
15
16
17
18
19
20

21
22
24
25
26
27

28
30
31


Tons e + tons
pesquisar neste blog
 
blogs SAPO