Mas ainda há coisas com imensa graça. É engraçado ouvir economistas e gente da alta e altíssima banca e das empresas, a dizer que é absolutamente necessário que haja ética, honestidade e rigor nas pessoas da banca e nos empreendedores «do curto prazo»!
Até parece que em 2008 eles andavam nas obras, a carregar baldos de cimento!
O ministro das Finanças avisa que a situação de desemprego pode gerar problemas sociais «perigosos» - querem ver que fui eu quem inventou o desemprego?
Quanto aos «novos pobres»... são mais uns a juntar aos «velhos pobres».
Lembram-se que não havia dinheiro para aumentar o salário mínimo?
Lembram-se que não havia dinheiro para actualizar as reformas dos pobres velhos que nem ao ordenado mínimo chegam?
Lembram-se de não haver dinheiro para o Serviço Nacional de Saúde e da Segurança Social estar a bater no fundo e os mais novos a verem as reformas por um canudo?
Pois é. Estavamos de tanga.
Depois chegaram os iluminados e o país desembrulha-se em milhões para amortecer o choque... dos do costume.
Gostei de ouvir o magnânimo Berardo na TV: antes que ficasse pobre, vamos lá pôr as instituições a funcionar. É o baile do costume.
pilantra a 4 de Abril de 2009 às 18:55

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